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Guia das Profissões > Comunicação Assistiva

Comunicação Assistiva
Tecnólogo

O tecnólogo em Comunicação Assistiva traduz e interpreta a Língua Brasileira de Sinais (Libras), utilizada por deficientes auditivos, e o alfabeto braile, usado por deficientes visuais. No primeiro caso, ele transforma em sinais as palavras faladas ou lidas, segundo os padrões semânticos e lingüísticos próprios, e as palavras faladas ou lidas em sinais. Já para atuar como tradutor e intérprete de braile, o profissional deve conhecer o alfabeto e a datilografia braile e os recursos de informática para deficientes visuais, como sintetizadores de voz.

MERCADO DE TRABALHO
A crescente inclusão social de deficientes visuais e auditivos fez aumentar a demanda por esse profissional. Duas leis, uma de 2004 e outra de 2005, formalizam a acessibilidade dos deficientes a serviços básicos, como educação e transporte público, além de exigir a presença do intérprete em órgãos públicos. As principais oportunidades para o tecnólogo estão na área de educação. A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), por exemplo, tem matriculados em seus cursos de graduação e pós-graduação cerca de 60 deficientes visuais ou cegos e 40 surdos ou deficientes auditivos, os quais contam com o atendimento de 22 intérpretes e tradutores que os acompanham durante as aulas e em atividades curriculares extraclasse.

Empresas privadas, sobretudo as que atendem ao público em geral, contratam intérpretes como funcionários fixos. O profissional especialista em braile pode se empregar também em editoras, associações de cegos e órgãos governamentais ou organizações não-governamentais voltados para a inclusão social de deficientes visuais.
$ Salário médio inicial: R$ 900 mensais, por uma jornada semanal de 20 horas. Em congressos, a remuneração varia de 15 a 50 reais a hora, dependendo da complexidade do tema e da região do país.

O CURSO
Apenas duas escolas oferecem esse curso no país: a PUC-MG e a UCPel, que possui foco em Libras. Na PUC-MG, o tecnólogo sai habilitado para trabalhar tanto com Libras quanto com a linguagem braile. Nesse caso, o estudante aprende o alfabeto e seu significado e adquire conhecimento sobre os softwares especiais para deficientes visuais e os equipamentos utilizados na datilografia. Em relação a Libras, além do domínio das técnicas específicas sobre os sinais e seu significado, o aluno estuda fundamentos da lingüística e as implicações sociopsicolingüísticas da surdez sobre a comunidade, cultura e identidade surda. Treina entonação de voz, postura e expressão corporal para interpretação em TV e em salas de aula ou auditórios. O estágio é obrigatório.

Duração média: 2 anos e meio.

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