Inscrições através do site.

Começaram nesta segunda-feira, dia 13, as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013. Para se inscrever, basta o candidato acessar o site (acesse aqui) e preencher o formulário com os dados solicitados. É necessário ter em mãos o Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Os estudantes interessados em participar terão até 27 de maio para realizar o procedimento de inscrição e até o dia 29 do mesmo mês para efetuarem o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$35. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro.

De acordo com Mercadante, as regras de correção serão semelhantes às da edição anterior. Entretanto, as redações devem ser analisadas com mais rigor. Para isso, o Ministério da Educação (MEC) tomará algumas medidas. Uma delas é para impedir tentativas de deboche, como as do último Enem, quando candidatos colocaram receita de miojo e o hino do Palmeiras no meio do texto e receberam, respectivamente, 560 e 500 pontos. A partir de agora, esse tipo de ação deve ser punida com a nota zero. A ideia é acrescentar um item no artigo do edital que trata dos motivos para zerar a redação, afirmando que a redação “que apresente parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto, que será considerada ‘anulada’”.

Além disso, uma das cinco competências exigidas pela redação, a que trata do “domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa”, será mais rígida. Com isso, os erros de português só serão desconsiderados quando forem uma “excepcionalidade” ou “não caracterizem reincidência”. O objetivo é evitar que textos com poucos desvios gramaticais ou convenções de escrita recebam a nota máxima. A diferença das notas para que a redação siga para um terceiro corretor também deve diminuir. Até o ano passado, as redações eram corrigidas por, pelo menos, duas pessoas e só havia a necessidade de mais uma avaliação caso a discrepância entre as notas atingisse 200 pontos. No Enem 2013, a tolerância caiu para 100 pontos. Se a nota em um das cinco competências tiver uma diferença de 80 pontos, a redação também seguirá para o terceiro corretor.

Com as mudanças, o ministro acredita que um terço das produções textuais passem pela terceira avaliação. Em 2012, 21% das provas tiveram essa necessidade. Por isso, segundo Mercadante, haverá um aumento do número de corretores. O Ministério da Educação (MEC) estima que será necessária a impressão de 13,5 milhões de provas para os candidatos, com uma logística envolvendo 1.632 municípios em todo o território nacional.


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