O Enem 2011, que será realizado nos dias 22 e 23 de outubro em 1.599 cidades, terá uma preocupação ainda maior com a logística operacional. Até mesmo para a hora da prova alguns procedimentos foram adotados para minimizar a possibilidade de falhas.

Este ano, a tendência é de que os fiscais, antes do início do exame, peçam aos alunos para verificarem os cartões de respostas para identificação de possíveis falhas de impressão. Em 2010, a avaliação foi reaplicada para cerca de 10 mil inscritos que receberam exemplares em que faltavam questões ou que tinham problemas de impressão.

Também como medida de segurança, no cartão de respostas, os candidatos terão de transcrever uma frase constante na capa do caderno de questões e assinalar a cor da prova recebida. Quem não fizer estas indicações ou errar na hora de fazê-las não terá a prova corrigida.

A avaliação das redações também passou por mudanças. Até o ano passado, dois corretores davam suas notas para os textos e a pontuação do candidato era a média aritmética entre elas. A partir de 2011, um terceiro avaliador dará a nota final caso as pontuações atribuídas pelos dois corretores tenham diferença de, pelo menos, 300 pontos.

O Enem também vai manter o rigor com o que poderá ser usado no dia da prova. Os cartões de resposta só poderão ser assinalados com caneta de tinta preta e que tenha tubo transparente. Nem mesmo lápis e borracha serão permitidos. Também será proibido o uso de lapiseiras, livros, óculos escuros, calculadoras, telefones celulares, relógios ou qualquer equipamento eletrônico que possa transmitir dados e mensagens. Os alunos receberão uma embalagem para guardar o que não é permitido.

O número definitivo de participantes no Enem, após a confirmação do pagamento das inscrições, será totalizado em breve. O Inep recebeu 6,2 milhões de inscrições, a maior procura desde que o exame foi criado.

Serviço
www.enem.inep.gov.br

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